Realizada na Finlândia, a pesquisa analisou por sete anos o estado de saúde de 271 pessoas entre 65 e 79 anos. Ao final, os pesquisadores perceberam que o grupo que ingeriu mais vitamina B12 se mostrou mais resistente ou não desenvolveu a doença. Apesar disso, os cientistas não afirmam que a vitamina é a solução definitiva para a doença e sugerem que estudos mais aprofundados devem ser feitos.

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